Ao pensar novamente em Zygmunt Bauman, que introduziu na
sociologia o conceito de Modernidade Líquida, onde nada é para durar e as
relações são marcadas pela instabilidade e satisfação imediata, sinto a
necessidade de juntar a isso o bolsonarismo.
Um movimento movido pelo fanatismo político e religioso, pela
idolatria a um falso líder, pelas Fake News, pelo desrespeito às mulheres, à
classe trabalhadora e a outros segmentos, que afetou até as amizades e as
famílias, gerando uma grande divisão.
Enquanto Bauman afirmava que as pessoas não têm mais tempo de
relacionamentos duradouros, o bolsonarismo reforçou essa ideia na falsa visão
de mundo que inventou, com a mentira, bajulação e o ódio como fatores
principais, resultando no aumento da violência, principalmente contra as mulheres.
Ao rever o Livro de Apocalipse, que fala da Besta com várias interpretações,
podíamos afirmar que o Anticristo já está entre nós, afetando o comportamento
de milhares de pessoas, tanto no Brasil como em várias partes do mundo.
O que fazer diante de tamanha barbárie? Nos manter humanos e
humanas, lutando contra todas as formas de discriminação, desigualdades e
violência e investindo seriamente no amor ao próximo, que além de ser algo do
Criador é uma convenção humana que simboliza solidariedade, paz e a esperança
de um mundo melhor.
Toni Cordeiro

Por isso que gosto de ler. E o
ResponderExcluirMelhor é que sempre meus olhos caem em textos com ótimas reflexões, informações e ensinamentos. Esse é mais um.
Gratidao
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