Concordo plenamente com o meu amigo Paulo, quando afirma que para uma parte perdida da população, quanto mais cruel o individuo for mais adorado ele será.
Vimos
isso ao longo da história com indivíduos como Hitler, aqui na ditadura
empresarial-militar com o prazer na tortura, com as mortes por abandono e falta de vacina pelo
genocida presidente e com o desgovernador do Rio, que preparou uma
polícia assassina.
Que
fenômeno seria esse? Final dos tempos ou a desconstrução da parcela de
humanismo que ainda temos? Algo que resultou numa fé cega, onde matar e morrer
viraram sinônimos em nome de um poder invisível para quem se sente imortal
Tempos
de desamor. Tempos de ódio e tempo em que o ato de viver corre sérios riscos,
caso não se concorde com o caos e com a barbárie humana.
Cá
do meu canto, sigo em resistência a tudo isso e lutando para que o amor perdure
e vença os obstáculos que enfrenta, afirmando que amar em tempos de guerra,
chega a ser revolucionário.