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terça-feira, 21 de julho de 2026

Estamos embrutecendo?

 

Concordo plenamente com o meu amigo Paulo, quando afirma que para uma parte perdida da população, quanto mais cruel o individuo for mais adorado ele será.

Vimos isso ao longo da história com indivíduos como Hitler, aqui na ditadura empresarial-militar com o prazer na tortura, com as mortes por abandono e falta de vacina pelo genocida presidente e com o desgovernador do Rio, que preparou uma polícia assassina.

Que fenômeno seria esse? Final dos tempos ou a desconstrução da parcela de humanismo que ainda temos? Algo que resultou numa fé cega, onde matar e morrer viraram sinônimos em nome de um poder invisível para quem se sente imortal

Tempos de desamor. Tempos de ódio e tempo em que o ato de viver corre sérios riscos, caso não se concorde com o caos e com a barbárie humana.

Cá do meu canto, sigo em resistência a tudo isso e lutando para que o amor perdure e vença os obstáculos que enfrenta, afirmando que amar em tempos de guerra, chega a ser revolucionário.

Toni Cordeiro

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