Dia 14 de
dezembro era aniversário do meu pai e dia 24 o da minha mãe. Durante muito
tempo esse período foi de muita festa com amigos e parentes, onde o principal
era o encontro para se comemorar a vida.
Depois
vieram grandes mudanças na família e pessoais, com casamento, separação, doenças
deles, viagens pela Fundação Perseu Abramo, um tour pela sociedade liquida do
Rio de Janeiro, nascimento do Heitor e um gostoso e rápido encontro com o
passado, onde o mais importante era agir a partir de uma missão que eu nem
sabia.
Ao juntar as
peças desse grande quebra cabeça que é a vida, tudo começa a fazer sentido,
pois viver é isso. Nascer, crescer, envelhecer, amar e viver até o final, com
muita gratidão. Somos feitos e feitas de momentos e de escolhas.
A partir das
rotas e dos resultados de tudo que aconteceu esse ano, será de fato um Natal
muito diferente. Passarei a ceia com pessoas muito especiais e o dia estarei em
casa feliz por estar bem e num processo de reflexão, refletindo como será o
amanhã.
Natal é família.
É encontro com as pessoas que amamos. É apreciar as luzes cintilantes da vida,
sem entrar na causa maior ou ainda de quem discorda dela. Natal é em sua
essência renascimento e é nesse renascimento que a vida se refaz.
Caso Papai
Noel existisse, eu ia pedir um presente. Que nesse Natal todas as pessoas que
amo e que de alguma forma também me amam, estejam bem e felizes para que
possamos estar com as nossas almas em Brisas quando o Ano Novo chegar.
Feliz Natal!
Antonio Lopes Cordeiro (Toni)
Estatístico, Escritor e Pesquisador em Gestão Social






















